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GERAL - 14/11/2014 - 10:43

Dermatologistas respondem dúvidas mais frequentes sobre limpeza de pele

Lavar o rosto todo dia com sabonete específico, usar demaquilante para tirar a maquiagem, tudo isso é válido, claro, mas as impurezas mais profundas só saem mesmo uma boa limpeza de pele. Os dermatologistas são unâmines: o procedimento é importantíssimo para a desobstrução dos poros e, consequentemente, a diminuição de cravos e espinhas.

— Com poros desobstruídos, a face respira. E pele limpa tem menos comedões e acne. E se você estiver fazendo algum tratamento dermatológico, os medicamentos agem muito melhor — explica a dermatologista Leticia Castagna, da clínica Les Peaux, no Rio, ressaltando que espremer com os dedos é algo terminantemente proibido para quem quer uma pele bonita. — Nossas mãos são contaminadas, e a extração dos cravos em casa, que pode parecer simples, pode trazer sérias complicações, como inflamações e manchas.

Apesar da importância do procedimento, não faltam dúvidas sobre ele. Reunimos as perguntas mais frequentes sobre o processo e pedimos para as dermatologistas cariocas Daniela Lemes e Leticia Castagna respondê-las.

A limpeza de pele pode ser feita em todos os tipos de pele?

Sim. Todos os tipos se beneficiam com uma visitinha ao esteticista.

— Os produtos aplicados irão variar de acordo com o tipo de pele. A pele seca também pode ter cravo. Então, além da extração, pode ser aplicada máscara hidratante. Já em peles oleosas, geralmente haverá mais extração, e os ativos aplicados durante o procedimento devem ter ação mais secativa para diminuir a oleosidade — explica a dermatologista Daniela Lemes.

Há alguma contraindicação para o procedimento?

Se você estiver herpes ou alguma ferida, não é aconselhável se submeter ao processo. Quem faz uso de ácidos frequentemente ou acaba de fazer peeling e/ou laser também precisa ter bastante cuidado. Então converse sempre com o esteticista sobre que tipo de cuidados você tem com a pele.

Qual a época do ano mais indicada?

O procedimento pode ser feito o ano todo, mas Leticia alerta:

— Como a pele pode ficar um pouco mais sensível, a maior exposição solar no verão pode deixar algumas manchinhas indesejáveis.

Então, capriche no filtro solar (em qualquer ocasião!)

Qual a frequência ideal para o procedimento?

Segundo Daniela, a pele normal pode ser submetida a ele de três em três meses. A oleosa e acneica, uma vez por mês. A seca, a cada seis meses.

— Na sensível, é preciso avaliar a presença ou não de acne. É necessário também sempre usar ativos com ação anti-inflamatória para peles sensibilizadas — diz Daniela, ressaltando: — Tudo isso também vai depender se a pessoa está usando algum produto à base de ácido ou realizando tratamento com o dermatologista. Em geral, eles fazem com que o intervalo entre as sessões seja maior porque vão controlar a oleosidade e deixar a pele mais fina.

É verdade que não é indicado esfoliar a pele em casa dias antes de fazer o procedimento?

Sim, sim, sim. Não esfolie de jeito nenhum, afinal, ninguém quer feridas ou manchas, certo?

Que tipo de cuidados devemos ter após a sessão?

O filtro solar, sempre ele, é o tem-que-usar.

— Opte por um produto oil-free ou de toque seco para que a pele não fique oleosa e prejudique o resultado do tratamento — diz Leticia.

Ah, e dê um descanso para os ácidos.

Há alguma receitinha caseira e simples para acalmar a pele após o procedimento?

A camomila é o ingrediente preferido dos dermatologistas.

— Faça o chá e deixe na geladeira. Se sentir a pele sensível, use compressas com o chá gelado de três a cinco minutinhos — ensina Letícia.

Aparelhos de limpeza, como o Clarisonic, substituem a ida ao esteticista?

Apesar de auxiliarem numa limpeza mais profunda, eles não substituem as sessões com um profissional. E é imprescindível a visita a um médico para saber a frequência ideal do uso da ferramenta.



Fonte: G1